Acabei de assistir Che: Part Two, cobrindo a ida dele pra Bolívia até ser morto em La Higuera.
Complementa muito bem a parte um, que assisti logo que voltei ao Brasil alguns meses atrás.
Faz pensar como uma pessoa daquela com ideais e princípios daqueles virou ídolo pop dos atuais pseudo-comunistas. Uma pena. Um exemplo desperdicado.
Surpreende também o quanto a AL nao mudou desde entao. Nao que eu concorde que a solucao seja revolucao armada para instalar o socialismo, mas que as coisas tem que mudar, nao tenho duvidas.
Vale a pena ver com atencao, pra ferver um pouco nosso sangue e quem sabe pelo menos votar melhor nas próximas eleicoes.
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Che: Part Two
Publicado 16/10/2009 Telona UPDATE Deixar um ComentárioEtiquetas:patinete, política, revolta, telona
Isso … é … uma …
Publicado 25/08/2009 Sobre o Nada Deixar um ComentárioEtiquetas:patinete, política, revolta, telinha
Pela primeira vez assisti CQC de cabo a rabo. Há muito que ouco que CQC é o novo Pânico! na TV e já antes da GazetaOnLine me avisar que 7 pescadores se afogaram, foram encontrados e depois se afogaram de novo, Rafinha Bastos já tinha mais seguidores que Obama no Twitter. Enfim, por preconceito e por problemas de agenda, há tempos nao me dava ao luxo de gastar tanto tempo em frente a um canal aberto.
Hoje foi diferente, nao sei por que cargas d’água lembrei que segunda-feira era dia de CQC e me programei pra ligar na Band. Depois da aula de alemao e de ter em maos um xbacon do Oficina da Fome só me restou esperar pra mosca aprecer na TV. Ri e achei interessante, nem é ruim, mas assim como tudo que nao é realmente bom, dura muito.
Apesar da mocidade do programa as piadas já sao velhas e os quadros já batidos. O que salva mesmo sao os humoristas-repórteres que com ceteza seriam melhores aproveitados se nao fossem obrigados a manter uma linha “inteligentinha” que nos é apresentada (aposto que seus monólogos, ou stand-ups, sao melhores). Pagando de humoristas cabecas, tentam dar ainda mais sarcasmo a tudo que acontece nos palácios de poder espalhados pelo país.
Acho que a melhor parte de ter assistido ao programa por completo foi redescobrir Boris Casoy. O apresentador se esconde na madrugada entre reclames de baixa qualidade. Mas por já fazer a décadas o que CQCs da vida estao apenas aprendendo, ele desenterra, entre Óticas do Povo e Polishop, as vergonhas do Brasil, essas sim dramáticas e que dao um baita de um reality show, sem script nem piadas prontas.